22 de dezembro de 2010

Oblívio

Quem dera as lagrimas pudessem
Apagar de minh'alma então
Toda a dor que permanece
Oculta em meu coração

Talvez quem sabe em outra vida
Ou em outra ocasião
Cruzem-se  nossos caminhos
Rumo a mesma direção

Só não espere que então seja
Igual ao tempo que passou
Quando em meus sonhos te chamava
Por ser parte do que sou

Agora em mim só resta a dor
Remanescente de todo o meu amor

Nenhum comentário:

Postar um comentário