2 de março de 2011

Comodismo

Mais uma vez desculpem a falta de postagens, mas como prometido, volto agora a tentar manter uma regularidade nas minhas postagens, e ai vai o primeiro poema desse retorno :

Comodismo


Todo dia, toda hora
Cada instante e momento
Voa e passa num segundo
Como um leve devaneio

Que dizer agora então
Dessa nossa semi-vida
Que se perde em todo o tempo
Mo qual não fazemos nada

Acomodamo-nos no nada
Com o vazio em nossos peitos
Resumimos nossas vidas
Simplesmente em não viver

Mas qual é então o motivo
Que nos move a cada dia
Se não é ter esperança
Mesmo qualquer fantasia

Carpe diem meu amigo
Não há nada a perder
Sua vida em si nada
Fora isso é só sofrer

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